O acidente aéreo em Belo Horizonte deixou a região de Silveira em choque na tarde desta segunda-feira (4). Uma aeronave de pequeno porte, modelo NEIVA EMB-721C, colidiu contra um edifício residencial, resultando na morte do piloto e do copiloto. A tragédia teve início quando a aeronave decolou do Aeroporto da Pampulha, mas apresentou dificuldades, conforme comunicado feito à torre de controle.
Momento da queda da aeronave
Após decolar, o avião percorreu cerca de quatro quilômetros em voo de baixa altitude, enfrentando prédios e áreas habitadas. A tentativa de ultrapassar o edifício local não foi bem-sucedida, levando à colisão no terceiro andar antes de cair no estacionamento do prédio. O impacto foi devastador e causou momentos de pânico entre os moradores e transeuntes da região.
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Atendimento e riscos após o acidente
O Corpo de Bombeiros chegou ao local às 12h25, com três viaturas dedicadas ao resgate das vítimas e à contenção de riscos. Além dos dois falecidos, outros três passageiros da aeronave foram feridos e receberam atendimento das equipes de emergência. A situação foi tratada com urgência, especialmente devido ao vazamento de combustível. Os bombeiros aplicaram uma camada de espuma mecânica para evitar explosões, assegurando a segurança dos socorristas e dos moradores nas proximidades.
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Informações da Aeronave e investigações
A aeronave envolvida no acidente, um monomotor NEIVA EMB-721C, foi fabricada em 1979 e, segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), pertence a Flavio Loureiro Salgueiro desde março deste ano. O avião tem capacidade para cinco passageiros, além do piloto. Até o momento, as identidades das vítimas e as condições dos sobreviventes não foram oficialmente divulgadas pelas autoridades, que mantêm o local isolado para investigações. O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA) irá apurar as causas exatas que levaram à trágica queda na região.




