Biometria passa a ser obrigatória para Bolsa Família e INSS: entenda as regras

Biometria passa a ser obrigatória para Bolsa Família e INSS: entenda as regras

A identificação biométrica se tornará essencial a partir de 1º de maio de 2026 para a concessão de novos benefícios sociais no Brasil. Beneficiários de programas sociais e segurados do INSS precisam estar atentos a essa mudança, que tem como objetivo aumentar a segurança e evitar fraudes.

Quem deve realizar o cadastro biométrico?

A exigência inicial refere-se a quem vai solicitar novos benefícios. Se você já recebe algum pagamento e possui biometria registrada no Título de Eleitor ou na CNH, seus dados estão integrados e não será necessária nova coleta imediata. No entanto, quem não possui essas informações em bases oficiais deverá emitir a Carteira de Identidade Nacional (CIN) para garantir o acesso aos recursos federais.

Benefícios afetados pela nova regra

Vários benefícios serão impactados com a implementação da obrigatoriedade da identificação biométrica. A lista inclui:

  • Bolsa Família;
  • Benefício por Incapacidade Temporária (antigo auxílio-doença);
  • Pensão por Morte;
  • Salário-Maternidade;
  • Seguro-Desemprego e Abono Salarial.

Calendário de Transição da biometria

As diretrizes para a implementação da biometria são as seguintes:

Em maio de 2026, a obrigatoriedade se aplicará a novos pedidos dos benefícios listados. A partir de janeiro de 2027, a exigência se estenderá à renovação de cadastros antigos. Já em janeiro de 2028, a Carteira de Identidade Nacional (CIN) será o único documento aceito para quaisquer movimentações relacionadas a esses benefícios.

Vale ressaltar que algumas exceções se aplicam. Pessoas com mais de 80 anos, brasileiros residentes no exterior e cidadãos com limitações médicas comprovadas por laudo estão dispensados da obrigatoriedade.